O Governo atribuiu 67,5 milhões de euros em prémios aos funcionários da Autoridade Tributária e Aduaneira, associados à cobrança coerciva de impostos.
Este modelo está a gerar críticas por poder influenciar a forma como decorrem as inspeções fiscais, com menor abertura ao diálogo com os contribuintes.
Segundo especialistas, quando os prémios dependem do valor cobrado, o processo pode deixar de ser colaborativo.
Perante este cenário, as empresas são aconselhadas a preparar-se com antecedência, garantindo organização fiscal e acompanhamento técnico.
Fonte: ECO – Economia Online

