
A diretora do FMI deixou recentemente um aviso que merece atenção:
“Pensem no impensável e preparem-se para isso.”
Na verdade, esta é exatamente uma das ideias que tenho vindo a partilhar nas Tertúlias by Believe quando começamos por algo que considero essencial: ler o mundo.
Os acontecimentos dos últimos anos — pandemia, guerras, tensões geopolíticas, disrupções nas cadeias de abastecimento ou fenómenos climáticos extremos — não são episódios isolados. São sinais de que o contexto global mudou profundamente.
Estamos a entrar numa fase marcada por maior imprevisibilidade económica, política e financeira.
E isso tem consequências diretas para as empresas.
Hoje, gerir uma empresa não é apenas olhar para os números internos.
É também compreender o mundo à nossa volta, antecipar cenários e preparar decisões para contextos que podem mudar rapidamente.
É por isso que defendo que as empresas precisam de informação, análise e ferramentas de gestão que lhes permitam preparar diferentes cenários, incluindo os mais exigentes.
Não se trata de pessimismo.
Trata-se de responsabilidade estratégica.
Num mundo mais incerto, a capacidade de antecipar e preparar o inesperado passa a ser uma das maiores vantagens competitivas das empresas.
